Na ruta 65 a caminho do Valle de los Machis e da rota dos sete lagos
A chuva se foi e quando o sol apareceu, por entre as nuvens, já contornávamos os cerros do Valle de los Machis. Chegamos a altitude de 930 m em Portezuelo num frio de rachar. Na ruta 234 seguimos pra San Martin de los Andes, na “Rota dos Sete Lagos”. Estrada usada para o turismo, na região dos lagos argentinos.
Este é o ponto mais alto da ruta 65, se não fossem as segundas peles estaríamos com as nossas costelas trincadas
A ruta 234 é muito trafegada na rota dos lagos e estava sendo toda pavimentada com asfalto
Conhecemos o Julian, um francês praticante de “Bike Trial” e a espanhola Marta. Eles já pedalavam há 10 meses, vindos do México. Mais uns quilômetros passamos pelo Pablo e Andrea de Buenos Aires e depois pelo Tobias e Marian, um casal suíço, que a quatro meses giravam pelos Andes e viriam também para o Brasil.
Tobias e Marian suiços que estavam em cicloviagem pela América Latina
Cicloturistas na Rota dos Sete lagos
Próximo ao lago Villarino começa o asfalto. Cruzamos pelo Leo, um dentista que vinha de San Mattin, cicloturiando por ali. Ficamos no Camping Falkner na beira do lago de mesmo nome. Na oficina de serviço, pedimos uma pizza e um sanduíche de milanesa, e ali curtimos o reflexo dos 2350 metros de altitude do cerro Falkner na superfície do lago.
Que beleza agora vem uma tão desejada descida
Paramos para prosear com o Leo que vinha de San Martin, e ao fundo vemos o visual do Lago Villarino
É o Piki da Trilha atacando uma pizza na cafeteria do Camping Falkner
Agora é hora de relaxar e esticar as canelas. Éramos os únicos por ali que usavam redes pra descansar. Salve os índios tupiniquins
A lua cheia nasceu desenhando a cafeteria do camping, clareando a noite e refletindo na superfície do lago
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