quarta-feira, 19 de setembro de 2012

CASCATA HUILOHUILO

12/02/2009       -      18º dia      -     CASCATA HUILOHUILO


Um visitante suíno que alem de fuçar o lado de fora das barracas, ainda tentou limpar as panelas da janta da noite passada

A tranquilidade do lago Pirehueico ao amanhecer

            Acordamos com um porco fuçando as nossas barracas. Filtramos água do lago pro desayuno, vendo na sua superfície a imagem refletida dos vulcões El Mocho e Choshuenco, que estavam bem a nossa frente.

Camping selvagem entre o lago e a mata de coníferas


Porto Fuy refletico no lago Pirehueico e ao fundo os vulcões El Mocho-Choshuenco

Sistema de filtragem de água que o Andreas trouxe da Alemanha para fazermos o nosso café da manhã


Jorge e LuisinhoDedoDeLata preparando as tralhas pra pegar a estrada
Paramos no Parque Huilohuilo, apenas pra dar um mergulho no poço da Cascata Huilohuilo. A água tinha um lindo tom azulado e com temperatura próxima ao zero. Ao me molhar, tive a sensação de mil agulhas perfurando o meu corpo.


LuisinhoDedoDeLata, Andreas, EliasContadorDeEstórias e Jorge na beira do lago Pirehueico
 
Caldeira implodida de uma das erupções do Vulcão El Mocho-Choshuenco

Saída de Puerto Fuy pela subida de  rípio e sentindo na pele a falta de respeito que os motoristas chilenos tem com os ciclistas 


Entrada do Parque Nacional Huilohuilo. ´Não o conhecemos pois sua visitação é paga, somente uma de suas cachoeiras  que fica no limite da reserva



Jorge faz uma breve descrição do Lago Pirehueico e vemos o parte do vale e o salto Huilohuilo
                                                                   
Cascata Huilohuilo formada com água de desgelo e com uma temperatura congelante próxima ao zero grau


Andreas depois de um rápido mergulho, já estávamos há dois dias sem banhos

O Andreas e o Jorge tocaram para Puruca e pras Termas de Palquin e nós para Panguipulli a caminho de Puerto Mont, e pra Carretera Austral.

Uma parada pra apontar alguns detalhes do nosso relato

 Giramos numa péssima estrada até a margem do lago Panguilulli. Ameaçava chover e o frio apertou. Quando alcançamos o asfalto, já era final de tarde, e paramos num camping mapuche. Tomamos outro banho congelante, numa água que vinha dum cano direto do Cerro Quilchilca, e fomos descansar as pernas e as costelas.


Descendentes de índios Mapuches e agora donos de um singelo camping as margens do lago Panguilulli que significa na língua nativa "Terra de Leões"
                                              Margem do lago Panguilulli no camping mapuche


Montamos as barracas com direito a uma tenda com mesa, bancos e varal , mas o banho foi num cano com água de desgelo trincando de gelada
 
Chá quentinho com biscoitos na tenda e preparando um bom macarrão com atum pra forrar o bucho



O entardecer no lago Panguilulli e olhando pras nuvens de chuva que vinham chegando tomando conta de todo o céu anunciando a tempestade que vinha por ai.


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